segunda-feira, 4 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
NA VIDA TEMOS QUE APROVEITA AS OPORTUNIDADES!
Pensamento para REFLETIR:
É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar preparado.
(Whitney Young Jr.)
AMIGOS.
Hoje será com certeza um grande dia. Cheio de oportunidades!
Imagine esta situação: você recebe uma grande oportunidade para dar um passo muito importante em sua vida. Seja no campo profissional, pessoal, emocional. Então você analisa suas “cartas” e em vez de participar da rodada você simplesmente diz:
- EU PASSO!
Se fosse um jogo, qualquer, este seria uma “expressão” ou “jargão” comum, utilizado para dizer que você, enquanto jogador não participa desta rodada.
Agora, fazendo essa analogia com o jogo, não quero estimular você AMIGOS a começar jogar, mas mostrar que a nossa vida é um jogo e o mais importante jogo do qual podemos e devemos participar.
De acordo com essa comparação que fiz acima, percebemos que muita gente quando considera não ter as melhores “cartas” para jogar, prefere “passar” na rodada. Ou seja, não jogar e não se arriscar.
Você sabe por quê? Puro medo! Não confiar em seu próprio talento e capacidade de arrumar as cartas de tal forma que o jogo possa ser favorável a você.
Pensando por essa linha, a coisa vai longes AMIGOS ...
Percebo todos os dias, que tem gente que desiste e passa na rodada, literalmente joga a toalha e abandona o jogo.
Este é um fenômeno que acontece com todo tipo de pessoa, desde a mais jovem idade. Adolescentes que já perderam a razão de existir, de participar ativamente da construção da própria vida.
Adultos, que por diversos motivos deixaram de acreditar num futuro melhor, são pessoas que já foram apaixonados, que deixaram de acreditar no encantamento de um novo amor.
Você quer saber de uma coisa AMIGOS : há pessoas que já se consideram velhas demais para acreditar em ambições profissionais ou mesmo pessoais.
Outras que simplesmente quando chegar sua vez de jogar, dizem: - EU PASSO!
Mas por que passam, deixam a oportunidade escapar?
Por que não querem mais acreditar. Por que não querem mais tentar. Aceitam simplesmente que não vale mais a pena tentar!
Por isso AMIGOS , quando a vida lhe der as cartas para o jogo, lembrem-se do que falamos aqui e diga:
- EU VOU, PARTICIPO DESTA RODADA, DA PRÓXIMA E DE TODAS AS PRÓXIMAS...
Até quando tiver forças para jogar... Vou jogar o jogo da vida por toda vida.
Pense nisso...
É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar preparado.
(Whitney Young Jr.)
AMIGOS.
Hoje será com certeza um grande dia. Cheio de oportunidades!
Imagine esta situação: você recebe uma grande oportunidade para dar um passo muito importante em sua vida. Seja no campo profissional, pessoal, emocional. Então você analisa suas “cartas” e em vez de participar da rodada você simplesmente diz:
- EU PASSO!
Se fosse um jogo, qualquer, este seria uma “expressão” ou “jargão” comum, utilizado para dizer que você, enquanto jogador não participa desta rodada.
Agora, fazendo essa analogia com o jogo, não quero estimular você AMIGOS a começar jogar, mas mostrar que a nossa vida é um jogo e o mais importante jogo do qual podemos e devemos participar.
De acordo com essa comparação que fiz acima, percebemos que muita gente quando considera não ter as melhores “cartas” para jogar, prefere “passar” na rodada. Ou seja, não jogar e não se arriscar.
Você sabe por quê? Puro medo! Não confiar em seu próprio talento e capacidade de arrumar as cartas de tal forma que o jogo possa ser favorável a você.
Pensando por essa linha, a coisa vai longes AMIGOS ...
Percebo todos os dias, que tem gente que desiste e passa na rodada, literalmente joga a toalha e abandona o jogo.
Este é um fenômeno que acontece com todo tipo de pessoa, desde a mais jovem idade. Adolescentes que já perderam a razão de existir, de participar ativamente da construção da própria vida.
Adultos, que por diversos motivos deixaram de acreditar num futuro melhor, são pessoas que já foram apaixonados, que deixaram de acreditar no encantamento de um novo amor.
Você quer saber de uma coisa AMIGOS : há pessoas que já se consideram velhas demais para acreditar em ambições profissionais ou mesmo pessoais.
Outras que simplesmente quando chegar sua vez de jogar, dizem: - EU PASSO!
Mas por que passam, deixam a oportunidade escapar?
Por que não querem mais acreditar. Por que não querem mais tentar. Aceitam simplesmente que não vale mais a pena tentar!
Por isso AMIGOS , quando a vida lhe der as cartas para o jogo, lembrem-se do que falamos aqui e diga:
- EU VOU, PARTICIPO DESTA RODADA, DA PRÓXIMA E DE TODAS AS PRÓXIMAS...
Até quando tiver forças para jogar... Vou jogar o jogo da vida por toda vida.
Pense nisso...
Sigmar Sabin
Professor e Aprendiz da vida
Fale comigo: sigmarsabin@bomdiahoje.com.br
A.T.E.N.Ç.Ã.O
Vamos levar as palestras do professor Sigmar Sabin até sua cidade?
Como? Mande um e-mail para contato@realizare.com.br e pergunte como?
Professor e Aprendiz da vida
Fale comigo: sigmarsabin@bomdiahoje.com.br
A.T.E.N.Ç.Ã.O
Vamos levar as palestras do professor Sigmar Sabin até sua cidade?
Como? Mande um e-mail para contato@realizare.com.br e pergunte como?
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Ah! O povo se descobrira, tão bonito como nunca suspeitara...
A aldeia que nunca mais foi a mesma
Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira, e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia prá onde navegar...
Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na praia, surpresa triste, um homem morto...
E o que é que se pode fazer com um morto, se não enterrá-lo? Tomaram-no então para os preparativos de funeral, que naquela aldeia ficavam a cargo das mulheres; às vezes é mais grato preparar os mortos para a sepultura que acompanhar os vivos na morte em que se perderam ao viver. Foi levado para uma casa, os homens de fora, olhando...
No corpo morto as algas, os líquens, as coisas verdes do mar, testemunhas de funduras e distâncias, mistérios escondidos para sempre no silêncio de sua boca sem palavras...
As mãos começaram o trabalho, e nada se dizia, só os rostos tristes... Até que uma delas, um leve tremor no canto dos lábios, balbuciou:
– “É, se tivesse vivido entre nós teria de se ter curvado sempre para entrar em nossas casas. É muito alto...”
E todas assentiram em silêncio.
– “Fico a pensar em como teria sido a sua voz”, disse uma outra. “Teria sido como o quebrar das ondas? Como a brisa nas folhas? Será que ele conhecia a magia das palavras que, uma vez ditas, fazem uma mulher colher uma flor e a colocar nos cabelos?”
As outras mulheres sorriram, surpresas de memórias que começavam a surgir de profundezas, como bolhas que sobem de espaços submarinos, desejos há muito esquecidos.
Foi então que uma outra, olhando aquelas mãos enormes, inertes, disse as saudades que arrepiavam a sua pele:
– “Estas mãos... que terão feito? Terão tomado no seu vazio um rosto de mulher? Terão sido ternas? Terão sabido amar?”
E elas sentiram que coisas belas e sorridentes, há muito esquecidas, passadas por mortas, nas suas funduras, saíam do ouvido e vinham, mansas, se dizer no silêncio do morto. A vida renascia na morte graciosa de um morto desconhecido e que, por isto mesmo, por ser desconhecido, deixava que pusessem no seu colo os desejos que a morte em vida proibira...
E os homens, do lado de fora, perceberam que algo estranho acontecia: os rostos das mulheres, maçãs em fogo, os olhos brilhantes, os lábios úmidos, o sorriso selvagem, e compreenderam o milagre: vida que voltava, ressurreição de mortos... E tiveram ciúmes do afogado... Olharam para si mesmos, se acharam pequenos e domesticados, e perguntaram se aquele homem teria feito gestos nobres (que eles não mais faziam) e pensaram que ele teria travado batalhas bonitas (onde a sua coragem?), e o viram brincando com crianças (mas lhes faltava a leveza...), e o invejaram amando como nenhum outro (mas onde se escondera o seu próprio amor?)...
Termina a estória dizendo que eles, finalmente, o enterraram.
Mas a aldeia nunca mais foi a mesma...
Não, não é à toa que conto esta estória. Foi quando soube da morte – ela cresceu dentro de mim. Claro que eu já suspeitava: os cavalos de guerra odeiam crianças; e o bronze das armas odeia canções, especialmente quando falam das flores, e não se ouve o ruflar lúgubre dos tambores da morte. Foi naquele dia, fim de abril, o mês do céu azul e do vento manso. Eu sabia da morte, mas havia em mim um riso teimoso, mais forte que o carrasco, esperança, visão de coisas que eu não sabia vivas. Foi então que me lembrei da história. Não, foi ela que se lembrou de mim, e veio para dar nome aos meus sentimentos e se contou de novo. Só que agora os rostos anônimos viraram rostos que eu vira, caminhando e cantando, seguindo a canção, risos que corriam para ver a banda passar contando coisas de amor, os rojões, as buzinas, as panelas, sinfonia que se tocava sobre a desculpa de um morto...
Mas não era isto, não era o morto: era o desejo que jorrava, vida, mar que saía de funduras reprimidas e se espraiava como onda, espumas e conchinhas, mansa e brincalhona...
Ah! O povo se descobrira, tão bonito como nunca suspeitara...
Não era raiva.
Não era raiva.
Não era azia.
Nem mesmo fome ou desemprego.
O bonito foi isto mesmo: que de tantos golpes, de tanta dor, tenham surgido canções, tenha brotado uma flor.
Lembra-se? Aconteceu na estação da Páscoa...
A Vida ressurge da Morte.
Três dias, vinte anos, um século... Não importa...
Por favor: conte para alguém a estória da aldeia que, depois de enterrar um morto nunca mais foi a mesma.. Nós...
P.S.: Quase me esqueci de dizer. A estória é de Gabriel Garcia Marquez. Eu só a recontei do meu jeito...
Folha de São Paulo, 19/05/1984
Rubem Alves
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