terça-feira, 3 de janeiro de 2012

DESSE MAL NÃO É SÓ OS AFRICANOS QUE SOFRE, O POVO DAS GRANDES CIDADES ACHA QUE É SÓ O LOCAL DELES QUE SÃO BONS, OS OUTROS É ROÇA, INTERIOR, POBREZA E CAIPIRA!


10 ideias errôneas que temos sobre a África



Uma jornalista da Namíbia, Christine Vrey, estava revoltada com a ignorância das pessoas com quem já conversou a respeito de seu continente natal, a África. Segundo ela, o mundo ocidental sabe muito menos do que deveria sobre o continente africano, pecando por ignorância e preconceitos. Pensando nisso, Christine elaborou uma lista com dez ideias enganosas sobre o continente. Confira:
10 – A ÁFRICA É UM PAÍS
Pode parecer inacreditável, mas muitas pessoas, segundo ela, ainda pensam que a África inteira é um país só. Na verdade, o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes, e população superior a um bilhão de habitantes (o que faz deles o segundo continente mais populoso, atrás apenas da Ásia).
9 – A ÁFRICA INTEIRA É UM DESERTO
Dependendo das referências (alguns filmes, por exemplo), um leigo pode imaginar que a África inteira seja um deserto escassamente povoado por beduínos e camelos. Mas apenas as porções norte e sudoeste do continente (desertos do Saara e da Namíbia, respectivamente) são assim; a África apresenta um rico ecossistema com florestas, savanas e até montanhas onde há neve no cume.
8 – TODOS OS AFRICANOS VIVEM EM CABANAS
A fama de continente atrasado permite, segundo Vrey, que muitas pessoas achem que a população inteira habite cabanas com paredes de terra e teto de palha. A África, no entanto, tem moderníssimos centros urbanos nos quais vive, na realidade, a maior parte da população. As pessoas que habitam tais cabanas geralmente vêm de grupos tribais que conservam suas vilas no mesmo estado há muitas décadas.
7 – OS AFRICANOS TÊM COMIDAS ESTRANHAS
Uma cidade africana, de acordo com a jornalista, se assemelha a qualquer outra localidade ocidental no quesito alimentação: pode-se encontrar qualquer lanchonete de fast food, por exemplo. Christine explica que os hábitos alimentares dos africanos não diferem muito do nosso, exceto pelo que se come em algumas refeições, como o “braai” (o equivalente ao nosso churrasco).
6 – HÁ ANIMAIS SELVAGENS POR TODA PARTE
Em uma cidade africana, você verá o mesmo número de leões ou zebras que encontraria nas ruas de qualquer metrópole mundial: zero. Não há absolutamente nenhuma condição favorável para eles nos centros urbanos, é óbvio que vivem apenas em seus habitat naturais. Se você quiser ir à África com o intuito de observar animais selvagens, terá que fazer uma viagem específica para esse fim.
5 – A ÁFRICA É UMA EXCLUÍDA DIGITAL
A jornalista Christine conta que ainda conversa com pessoas, pela internet, que ficam surpresas pelo simples fato de que ela, uma africana, tem acesso a computadores e internet! Um dos interlocutores da jornalista chegou a perguntar se ela usava um computador movido a vapor. Ela explica que a tecnologia não perde muito tempo em fazer seus produtos mais modernos chegarem até a África, e que eles estão cada vez menos atrasados em relação ao resto do mundo.
4 – EXISTE O “IDIOMA AFRICANO”
Da mesma forma que ainda há gente que considera a África um único país, também existem pessoas que
imaginam todos os habitantes do continente falando a mesma língua. Christine explica que apenas na Namíbia, de onde ela veio, há mais de 20 idiomas usuais, incluindo mais de um “importado” e alguns nativos. Nenhum país do continente tem menos de cinco dialetos correntes.
3 – A ÁFRICA TEM POUCOS HOTÉIS
Não é uma missão impossível encontrar hospedaria em uma visita ao continente africano. As maiores cidades do continente dispõem de dezenas de hotéis disponíveis para turistas. Só nas oito maiores cidades da África do Sul, segundo Vrey, existem 372 hoteis.
2 – OS AFRICANOS NÃO SABEM O QUE É UM BANHEIRO
Há quem pense, de acordo com a jornalista, que todos os africanos sejam obrigados a fazer suas necessidades atrás do arbusto ou em latrinas a céu aberto. Isso vale, segundo ela, apenas para as áreas desérticas e vilarejos afastados. No geral, uma casa na África dispõe de um vaso sanitário muito semelhante ao seu.
1 – TODOS OS AFRICANOS SÃO NEGROS
Da mesma forma que houve miscigenação de raças na América, devido às intensas migrações de europeus, a África também recebeu essas misturas. Na Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de franceses, holandeses e portugueses. Mas não há apenas isso: o continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.
Christine Vrey também explica que não existe uma “raça negra”. Muitas pessoas, de acordo com a jornalista, acham que todos os negros são da mesma raça ou grupo étnico. Ela conta que já ouviu pessoas descreverem a própria descendência como sendo, por exemplo, ¼ britânicos, ¼ hispânicos, ¼ russos e ¼ “negros”.
Isso é um engano: há várias características físicas dissonantes entre os povos de pele escura. As diferenças começam pela própria tonalidade: alguns povos têm a pele mais “avermelhada” ou mais marrom do que outros, e alguns são menos escuros, sem levar em conta a miscigenação. Não é possível falar, portanto, em “negros”simplesmente. [Listverse]                                                             

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, tem 19 anos e adora um café e um bom livro. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Revista Time elege 'o manifestante' como a personalidade do ano de 2011


                                        
A Time elegeu, como a personalidade do ano de 2011, a figura do 'manifestante', simbolizando todas as pessoas que participaram dos diversos protestos ocorridos ao redor do mundo durante o ano. "Ninguém poderia saber que quando um vendedor de frutas na Tunísia colocou fogo em si mesmo, em uma praça pública, incitaria uma onda de protestos que iria dar início a uma série de dissidências. Em 2011, os manifestantes não apenas expressaram suas reclamações, eles mudaram o mundo", ressalta trecho da publicação, justiticando a escolha.

Fotos de diversos manifestantes estampam a edição da revista, com depoimentos sobre as rebeliões. "A praça Tahrir era onde eu deveria estar", disse Ahmed Harara, dentista egípcio que participou do movimento para a queda de Mubarak e perdeu seus dois olhos. "O que nós estamos tentando mudar, o sistema em si, são coisas que vão afetar meus filhos, quando eu os tiver, e afetam meus avós. É sobre todo mundo", ressaltou Chelsea Elliott, que acampou no "Occupy Wall Street".

Outras personalidades que foram cotadas para ilustrar a capa da Time foram o artista chinês Ai Weiwei, o oficial que participou da captura de Osama Bin Laden, William McRaven, a princesa Kate Middleton e o político norte-americano Paul Ryan.

Com informações do UOL.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Audiobook O Pequeno Príncipe Paulo Autran e Tom Jobim


                        
Um relançamento sensacional do livro feito por Irineu Gracia na década de 50. Na verdade é uma adaptação do livro O Pequeno Príncipe, feito pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, traduzido por D. Marcos Barbosa. Esse audiobook apresenta o maravilhoso grupo de teatro do inesquecível Paulo Autran. Com participação de Oswaldo Loureiro Filho, Glória Cometh, Margarida Rey, Benedito Corsi e até Aury Cahet. A Trilha sonora é do grande Tom Jobim.
Livro: O Pequeno Príncipe
Autor:: Paulo Autran e Tom Jobim
Lançamento: 2011
Estilo:: Audiobook
Formato: MP3
Tamanho: 10 Mbs
MP3 10 MB
Download Audiobook O Pequeno Príncipe Paulo Autran e Tom Jobim