quinta-feira, 24 de junho de 2010

HISTORIA PARA CRIANÇA!

Dona Baratinha

vassoura varrendo
Era uma vez uma baratinha que varria o salão quando, de repente, encontrou uma moedinha:
baratinha contentemoedinha- Obá! Agora fiquei rica, e já posso me casar!
Este era o maior sonho da Dona Baratinha, que queria muito fazer tudo como tinha visto no cinema:
noivos se beijando com Cupido
Então, colocou uma fita no cabelo, guardou o dinheiro na caixinha, e foi para a janela cantar:
baratinha cantandonotas musicais- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?notas musicais
Um ratinho muito interesseiro estava passando por ali, e ficou imaginando o grande tesouro pote de ouroque a baratinha devia ter encontrado para cantar assim tão feliz.
Tentou muito chamar sua atenção e dizer: "Eu quero! Eu quero!" Mas ele era muito pequeno e tinha a voz muito fraquinha e, enquanto cantava, Dona Baratinha nem ouviu.
Então chegou o cachorro grande, com seu latido forte, foi logo dizendo: - Eu quero! Au! Au!
Mas, Dona Baratinha se assustou muito com o barulhão dele, e disse:
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E o cachorrão foi embora.
O ratinho pensou: agora é minha vez! Mas...
elefante
- Eu quero, disse o elefante.
Dona Baratinha, com medo que aquele animal fizesse muito barulho, pediu que ele mostrasse como fazia. E ele mostrou:
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E o elefante foi embora.
O ratinho pensou novamente: "Agora é a minha vez!", mas...
Outro animal já ia dizendo bem alto: "Eu quero! Eu quero!"
E Dona Baratinha perguntou:
- Como é o seu barulho?
puma- GRRR!
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E vieram então vários outros animais: o rinoceronte, o leão, o papagaio, a onça, o tigre ... A todos Dona Baratinha disse não: ela tinha muito medo de barulho forte.
E continuou a cantar na janela:
baratinha cantandonotas musicais- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?notas musicais
Também veio o urso, o cavalo, o galo, o touro, o bode, o lobo, ... nem sei quantos mais.
A todos Dona Baratinha disse não.
Já estava quase desistindo de encontar aquele com quem iria se casar.
Foi então que percebeu alguém pulando, exausto de tanto gritar: "Eu quero! Eu quero!"
ratinho se esgoelando
- Ah! Achei alguém de quem eu não tenho medo! E é tão bonitinho! - disse a Dona Baratinha. Enfim, podemos nos casar!
Então, preparou a festa de casamento mais bonita, com novas roupas, enfeites e, principalmente, comidas.
Essa era a parte que o Ratinho mais esperava: a comida.
O cheiro maravilhoso do feijão que cozinhava na panela deixava o Ratinho quase louco de fome. Ele esperava, esperava, e nada de chegar a hora de comer.
ratinho verde de fome
Já estava ficando verde de fome!
cozinheiro destampando panela grande
Quando o cozinheiro saiu um pouquinho de dentro da cozinha, o Ratinho não aguentou:
- Vou dar só uma provadinha na beirada da panela, pegar só um pedacinho de carne do feijão, e ninguém vai notar nada...
Que bobo! A panela de feijão quente era muito perigosa, e o Ratinho guloso não devia ter subido lá: caiu dentro da panela de feijão, e nunca mais voltou.
Dona Baratinha ficou muito triste que seu casamento tenha acabado assim.
No dia seguinte, decidiu voltar à janela novamente e recomeçar a cantar, mas...
Desta vez iria prestar mais atenção em tudo o que era importante para ela, além do barulhão, é claro!
baratinha cantandonotas musicais- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?notas musicais
FIM

terça-feira, 8 de junho de 2010

“O Brasil está em um processo de conscientização por parte da sociedade. A gente vê uma falha principalmente no setor da comunicação”, observou Margareth. Ela acredita que o país não dá a devida importância à educação e carece de “gente qualificada” para difundir os direitos sociais. “Os governos não prepararam o cidadão brasileiro. Sempre foi negada a grande parte do povo brasileiro a oportunidade de se preparar. Quando a sociedade civil se mobiliza é porque quer um Brasil melhor.”

FELICIDADE GLOBALIZADA NEM PENSA.

“Porque não seguimos a constituição no pé da letra, talvez consigamos ser +feliz”

Se a constituição fosse respeitada pelos próprios homens que as elaborou, o que esta escrita na carta seria suficiente para o povo buscar felicidade, mas com este povo
Leigo de conhecimento não é suficiente só a carta e sim abraçar a idéia e partir para
O corpo á corpo como campanhas publicitárias que fizeram lavagem cerebral no povo. E mudou o comportamento da população em todo o país.

Os direitos sociais que são essências á busca da felicidade:

Educação – para educação ser completa o ensino fundamental das escolas publicas tem que ser nivelado nacionalmente e ampliado a todas as classes.
Não é possível pobre ensinar a pobre e rico ensinar a rico, desta forma existe duas felicidade.

Saúde – quando é que vamos ser tratado com respeito pelos médicos dos hospitais
Públicos. Eles são formados nas universidades publica, bancado pelo dinheiro público que este próprio povo compartilha, mas na hora de servir esquece a fonte.
Quando tem medico de determinada especialidade não tem equipamentos ou vice-versa.
Continuamos com as duas felicidades.

Trabalho – as escola técnicas no Brasil são dos governos ou bancado pelo poder publico
Portanto para se conseguir uma vaga é necessário ter um pistolão que abra as portas e consiga se inscrever é um verdadeiro funil, no entanto é de conhecimento pela imprensa
Que falta profissional em diversas áreas.
Resta-nos só, a ser frentista, balconista e office-boy ou qualquer coisa parecida.

 Moradia – para se inscrever no projeto minha casa minha vida (divida)
Ou qualquer outro, é necessário ter uma renda, fundo de garantia e se  enquadra em todos os requisitos exigidos pelo órgão que esta administrando.
Mais se tiver um pistolão dentro da caixa, basta pagar uma pequena “taxa”
Que esta com a carta de credito na mão.

Lazer - em toda zona oeste do lado “B” não tem área de lazer para o povo e todas as
Praças são de domínio de um político da região que de frente fica um cabo eleitoral.
Alugando o espaço publico, os poucos brinquedos que tem muitos quebrados pelos vândalos da própria comunidade.
Tem condições de ser feliz?

 Segurança – lamento informar-lhes mais no Rio de Janeiro sem comentário como podemos
Ser feliz com esta policia.

Previdência social, assistência a maternidade depende dos itens acima.

Assistência ao desamparado esse sim tem muito apoio do governo, são tantas as bolsas que fico ate com vergonha de relatar, por que deixou chegar a tal situação, que o governo começou de trás para frente.

 Diversos países atribuem ao Estado responsabilidade constitucional pela busca de meios para a garantia do direito de ser feliz. A Declaração de Direitos da Virgínia (EUA, 1776) outorgou aos cidadãos o direito de buscar e conquistar a felicidade. Na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (França, 1789), há a primeira noção coletiva de felicidade, determinando que reivindicações dos indivíduos sempre se voltem à felicidade geral. 

  

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A BUSCA POR UMA LUGAR PERFEITO!


Por que a felicidade precisa estar na lei
Incluir o direito de ser feliz na Constituição reforça as obrigações do Estado na área social e cria formalmente um instrumento cada vez mais usado no mundo para medir a eficiência de políticas públicas
Divulgação
A atriz Patrícia Pillar está entre os artistas que apoiam o movimento + Feliz, criado para comprometer mais o Estado com suas obrigações sociais, ao colocar o ‘direito à felicidade’ na Constituição
Rodolfo Torres                                     + FELICIDADE INTER NACIONALIZE ESTE SORRISO!!

Trazer a felicidade ao debate político e reforçar a responsabilidade do Estado em criar condições, por meio de políticas públicas adequadas, para que os cidadãos busquem a felicidade. Eis os motivos elencados pelo advogado Marco Anntonio Costa Sabino para que a PEC da Felicidade seja apresentada.

Para ele, a discussão gira em torno de tornar mais clara a necessidade de o Estado brasileiro “conseguir prestar serviços sociais de modo a permitir que as pessoas busquem a felicidade, por exemplo, oferecendo condições dignas de saúde, educação, previdência etc.”

O assunto será discutido nesta quarta-feira (26), a partir das 10h, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O presidente da comissão, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), encampou a ideia, e quer reunir as 27 assinaturas necessárias para apresentar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que dará a seguinte redação ao artigo 6º da Carta: 

“Art. 6º. São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.”

Entidades como a Associação Nacional dos Procuradores da República, Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef) e diversos artistas, intelectuais e líderes sociais apoiam o movimento + Feliz. 

Por que a PEC
Questionado sobre algumas críticas que a proposta recebeu, o advogado Marco Anntonio Costa Sabino afirma que tais restrições são geralmente produto do “pensamento leigo”. Ou seja, vêm de pessoas que não se aprofundaram no exame da proposta e que desconhecem os seus fundamentos jurídicos e técnicos.

Em geral, quem critica considera absurda a ideia de tentar garantir a felicidade por meio de uma emenda à Constituição. Sabino esclarece que não se trata disso. “A inclusão do direito à busca da felicidade não significa que todos as pessoas passarão a ser felizes a partir da alteração constitucional. Mas ela reforça a necessidade de o Estado prestar o mínimo daqueles serviços públicos necessários para o cidadão buscar a felicidade.” 

Ele lembra que a dignidade da pessoa humana, um princípio fundamental da nossa Constituição, pode ser considerado tão subjetivo quanto à felicidade. Contudo, não encontra críticos. “Ao contrário, orienta a elaboração de nossa legislação”, argumenta.

Diversos países atribuem ao Estado responsabilidade constitucional pela busca de meios para a garantia do direito de ser feliz. A Declaração de Direitos da Virgínia (EUA, 1776) outorgou aos cidadãos o direito de buscar e conquistar a felicidade. Na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (França, 1789), há a primeira noção coletiva de felicidade, determinando que reivindicações dos indivíduos sempre se voltarão à felicidade geral.

Constituições de outros países, como Japão e Coreia do Sul, também determinam que todas as pessoas têm direito à busca pela felicidade, devendo o Estado empenhar-se na garantia das condições para atingi-la.

Alem disso, a felicidade é adotada cada vez mais, por diversas nações, como um dos principais parâmetros para aferir o bem-estar de uma sociedade. Coube ao Butão, país asiático localizado ao Sul da China, o pioneirismo nessa área, ao criar, duas décadas atrás, o índice de Felicidade Interna Bruta (FIB). A experiência recebeu o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e passou a ser replicada em diversas nações. São Paulo poderá ser a primeira cidade brasileira a pesquisar o índice de felicidade, ideia defendida pelo atual secretário municipal do Meio Ambiente, Eduardo Jorge.

Com a aprovação da PEC, no entanto, pesquisas do gênero tendem a se generalizar, como querem especialistas em políticas públicas. Segundo eles, indicadores numéricos – como o total da renda gerada, vagas ocupadas em escolas, atendimentos de saúde e outros – são insuficientes para avaliar se o poder público está fazendo a sua parte para assegurar felicidade aos cidadãos.

Veja ainda

Felicidade, a mãe de todos os direitos
João Carlos Martins, o maestro da felicidade
Matéria da TV Record sobre o assunto 
O ex-jogador Sócrates apoia o movimento 
Vídeo do movimento + Feliz